Odeio quando falo inglês. Eu sei que estou traindo minhas raízes. Eu sei que meu destino muda quando eu me aperfeiçoo a acatar a novos paradigmas como um pirarucu pula de uma palafita a outra em agonia sem poder voltar para a água.
Escravo da linguagem, escravo do método e da disciplina.
A sua liberdade, orientada e disciplinada lhe transforma em um animal.
A organicidade da linguagem é, a maior satisfação em se expressar por intermédio dela. É a incontinência do ser.
Não é maniqueísmo de ordem sobre cultura, de método sobre descoberta, de alienação sobre promessa.
Vivendo, aprendendo, remoendo, refazendo, reescrevendo, revendo, respirando.. Conteúdo de projeções. Não confie. (alguns posts podem ter vindo de outros da comunidade A FILOSOFIA, no orkut)
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